Arquivos mensais: janeiro 2014

O Papel do Corretor no Mercado de Seguros

Muito Mais do Que Vendedor.

Há tempo que o velho papel de vendedor supera a simples ação de entregar uma mercadoria e capitalizar um estabelecimento com sua função desempenhada de maneira maquinal. Na verdade desde que ouvimos falar de marketing de relacionamento, temos visto uma função bem mais complexa atribuída ao vendedor, principalmente no ponto onde tocamos no termo “venda de serviços”.

A ideia de entregar bens às mãos do comprador cai por terra quando falamos em venda de serviços. Logo, entendemos que serviços não são tangíveis! São atividades econômicas que devem criar valor e fornecer benefícios aos clientes.

Chegamos finalmente ao papel do corretor de seguros, que em regra, basicamente representa um agente terceirizado a comercializar o produto/serviço “SEGURO” de diversas companhias seguradoras. Contudo, na prática essa relação não se dá de maneira tão simples. Um porquê notável para esta afirmação, é que, na venda de seguros observamos nossos clientes envolvidos no processo de produção daquele serviço que irão comprar e necessitam de auxilio técnico preciso nesta interação.

A classificação “consultor” começa a fazer mais sentido nessa hora, onde orientamos o caminho da contratação de apólices, de pelos menos 10 ramos diferentes de seguros, cada um dos quais exigindo detalhadamente informações diversificadas e com suas clausulas em particular que devem ser respeitadas, com o risco do cliente perder o direito a indenização no caso de um sinistro. Pedindo aos leitores que pensemos além do tradicional seguro de carro e cheguemos, por exemplo, em uma apólice de vida com importância segurada de R$ 1.000.000,00 que uma vez negada representaria a ruína de uma família.

O consultor de seguros é um fiel protetor dos interesses de seu cliente, desde o falado marketing de relacionamento, onde pelo ínterim de diversas etapas de venda procuramos angariar clientes advogados da nossa marca, até nossa responsabilidade civil de coparticipantes de erros e omissões em detrimento das seguradoras e clientes.

Pensem sempre antes de contratar um seguro por via de um banco (profissionais que trabalham para uma instituição e não para um cliente), ou mesmo ao desconsiderarem a qualidade de um serviço bem prestado, valendo-se apenas do fator PREÇO. Um seguro vai muito além de uma apólice estática que reza proteger um patrimônio. Falamos de um “escudo financeiro” que deve acompanhar com flexibilidade à realidade de cada cliente e que quando reclamado, gera exigências documentais que podem por a perder toda confiança e satisfação no produto, caso o processo  não seja muito bem amparado.

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O Valor do Seguro de Vida

Muito Mais do Que Valor Econômico.

De todos os ramos com os quais a Gran Vizir opera, sem dúvidas o de vida é o mais importante e aquele que mais dá prazer prestar consultoria.

Pode-se afirmar que o seguro de vida sobressai-se dos outros com forte função social de preservar o padrão de vida e dignidade de uma família na falta ou incapacidade laborativa de um ou mais de seus membros economicamente ativos. Tem como principal finalidade permitir que uma família ou indivíduo prossiga sua vida arcando com despesas que não cessam com a morte ou invalidez, tais como:

  1. Despesas com educação de filhos.
  2. Parcelas de imóveis, automóveis, empréstimos e financiamentos.
  3. Despesas fixas como moradia, saúde e alimentação.
  4. Despesas com transmissão de bens.
  5. Despesas extraordinárias com reestruturação de ambientes para necessidades especiais.

Mas será que a maioria das pessoas compreende de fato a importância desta questão? A resposta infelizmente é não. A maior parte daqueles que fazem um seguro de vida o fazem sem saber, embutidos em pacotes bancários ou pior, quando tem a consciência do produto que contrataram quase nunca contam com um profissional qualificado para assisti-los numa escolha correta.

Entenda melhor o seguro de pessoas:

  1. Trata-se de uma apólice que resguarda financeiramente um indivíduo  no seu ciclo natural de vida de um evento incerto, no caso de invalidez e protege outras pessoas de uma família no caso do evento certo da vida que é a morte.
  2. Para os que possuem patrimônio, evita a sua delapidação com a finalidade da manutenção do padrão de vida assim como paga as despesas com honorários advocatícios e custas com transmissão de bens (inventário).  Para os que não possuem bens, permite a readaptação de um novo modelo de vida substituindo a renda um membro economicamente ativo.
  3. Seus principais riscos são a morte prematura, invalidez permanente e sobrevivência (abordado no ramo de previdência privada).
  4. É a forma de proteção financeira mais barata e democrática visto que tem seu cálculo embasado na realidade econômica da família ou indivíduo.
  5. Não pode ser substituído ou comparado à poupança pois quando orientado por um profissional qualificado, o valor do seguro multiplicado pelos anos de vida de um indivíduo nunca alcançará o valor do capital segurado.

Lembrem-se: Fazer um seguro de vida e acidentes pessoais é para qualquer pessoa ou família  uma atitude racional de garantir a manutenção do seu patrimônio e padrão sócio econômico, permitindo após um incidente a perspectiva de progredir e adaptar-se de forma mais fácil a um novo estilo de vida.

Quer saber mais? Agende já uma reunião conosco clicando na imagem abaixo:

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O Preço do Seguro de Carro

Nada é tão simples quanto parece!

Vamos abordar um tema bem recorrente no dia a dia da corretora e que sempre gera dúvidas.

Para maioria das pessoas quando se fala de seguro de carro, associar o preço ao valor do veículo é normal, porém não é bem desta forma simples que uma seguradora estabelece o prêmio (valor cobrado pelo seguro).

Imaginemos um veículo zero km de R$ 50.000,00 que tenha seu seguro cotado por R$ 2.000,00. Preço coerente em face da proporção entre importância segurada e prêmio (4%).

Pois bem, suponhamos que este mesmo carro, para tal condição comercial, possua um condutor de 40 anos, casado e residente de um prédio com garagem fechada num bairro com baixo índice de roubos do Rio de Janeiro, ex.: Ipanema, e usa o carro apenas para passear com a esposa e seu filho nos finais de semana ou para viajar em feriados.

Agora imaginemos também que no dia em que este primeiro sujeito comprou seu carro, outro sujeito de 23 anos tenha ido à mesma concessionária pegar seu primeiro carro zero, no valor de R$ 30.000,00. Este jovem mora num bairro com médio índice de roubos e furtos de veículos, numa casa de rua com garagem. Ele usa este carro diariamente para ir ao trabalho, onde também possui garagem fechada e de noite aproveita para ir direto para a academia malhar e voltar confortavelmente para casa depois.

Ok, já conseguem prever que o segundo seguro vai sair diferente? Vamos apurar os dados de forma ordenada para o rapaz entender porque vai pagar mais e não ficar tão chateado:

  1. Primeiramente o CEP onde o veículo dorme dita diretamente à área de atuária as chances estimadas deste carro ser roubado ou furtado.
  2. O primeiro condutor é um homem de média idade, casado e com filhos que vai para o trabalho de metrô enquanto o segundo é um jovem de 23 anos que gosta de praticar esportes e não hesita em usufruir do conforto do seu novo carro para se locomover. O que tem isso de errado? Absolutamente nada, mas negócios são negócios. Pensem bem e coloquem-se como um dono de seguradora vendendo este seguro. Em qual caso vocês confiariam ter uma experiência com risco mais favorável ao lucro? Logicamente existem muitas exceções onde o rapaz de 23 será mais responsável do que o pai de 40, contudo acreditem, a regra ainda fala mais alto!
  3. Notaram mais um ponto crucial que esta faltando? O local de moradia do primeiro é um prédio com garagem fechada e do segundo uma casa de rua com a típica garagem aberta. Adivinhem qual modalidade tem maior incidência de roubos?
  4. Mais um ponto importante que não citei, pois reduziria a imparcialidade do artigo, é a marca, modelo, ano e histórico do veículo, no caso de não ser zero. Estes dados também contam e muito na precificação do seguro! Cada modelo tem suas peças em particular com valores e disponibilidade em particular (no caso de colisões) assim como alguns são notoriamente preferidos por ladrões de carro.

Finalmente amigos, chegamos ao preço do segundo seguro: R$ 3.000,00, (10%) do valor do veículo. De uma forma geral e até grosseira podemos estimar este percentual para negócios novos onde a seguradora “fique com um pé atrás”, mas aceite digerir o risco. Certamente se o segurado demonstrar um bom histórico que represente uma utilização responsável do veículo, este seguro tende a ficar gradativamente mais barato em suas renovações.

Antes de terminarmos, atenção! Nunca peçam ao corretor uma estimativa de valores. Quase sempre ele se sentirá forçado a falar um número com medo de não atender as expectativas de seu cliente e na verdade aquilo será apenas especulação. Existem programas complexos de cruzamento de dados para gerar tais valores. Logo um pouquinho de paciência, informações corretas e um profissional competente  podem te oferecer uma ideia concreta de quanto irá desembolsar por um seguro.

Esperamos que com este primeiro artigo, onde abrimos nossa cessão da categoria “Você Sabia”, vocês tenham se elucidado um pouco mais sobre o mundo dos seguros e como seus valores são estipulados.

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